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	<title>wikileaks endereço &#8211; Não Acredito</title>
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	<title>wikileaks endereço &#8211; Não Acredito</title>
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		<title>Entenda o caso Wikileaks&#8230; e o que você tem a ver com isso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Almy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Jan 2011 14:14:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Alvo de debates desde a semana passada, o site WikiLeaks e seu criador Julian Assange,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://naoacredito.blog.br/wp-content/uploads/2011/01/wikileaks.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-23" title="wikileaks" src="http://naoacredito.blog.br/wp-content/uploads/2011/01/wikileaks-300x186.jpg" alt="wikileaks" width="300" height="186" /></a></p>
<p>Alvo de debates desde a semana passada, o site <strong>WikiLeaks</strong> e seu criador Julian Assange, dividem diferentes posições entre empresas e governos, após a divulgação de mais de 250 mil documentos diplomáticos do Departamento de Estado dos Estados Unidos.</p>
<p>O site de vazamento de documentos secretos ganhou notoriedade pela primeira vez em meados deste ano, quando divulgou um vídeo no qual militares dos Estados Unidos fuzilavam iraquianos de um helicóptero.</p>
<p><a href="http://naoacredito.blog.br/wp-content/uploads/2011/01/wikileaks-2.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-24" title="wikileaks 2" src="http://naoacredito.blog.br/wp-content/uploads/2011/01/wikileaks-2-300x199.jpg" alt="wikileaks " width="300" height="199" srcset="https://naoacredito.blog.br/wp-content/uploads/2011/01/wikileaks-2-300x199.jpg 300w, https://naoacredito.blog.br/wp-content/uploads/2011/01/wikileaks-2.jpg 474w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>Desde julho de 2007, o site tem publicado documentos delicados por meio do que descreve como &#8220;vazamento com princípios&#8221;, abrigando ao todo mais de 1 milhão de documentos, desde o manual da prisão de Guantánamo até a lista de filiados do Partido Nacional britânico, de extrema-direita. O <strong>Wikileaks</strong> é considerado um novo ícone do jornalismo investigativo e também vem sendo duramente condenado como risco à segurança internacional.</p>
<p><strong>Como funciona o WikiLeaks</strong></p>
<p>Apesar do nome, o <strong>WikiLeaks</strong> não é mais um <em>wiki</em>, pelo menos não no sentido convencionado pela <em>Mediawiki</em>. Apesar de ainda usar o mesmo CMS da <em>Wikipedia</em>  &#8211; o <em>MediaWiki</em> &#8211; o site não pode mais ser alterado por colaboradores externos, e se tornou principalmente uma espécio de agência de segredos revelados. Todo o conteúdo que o site publica atualmente no site passa por apuração e revisão dos ativistas do <strong>WikiLeaks</strong> antes de ser publicado, como em uma empresa jornalística tradicional.<br />
<span id="more-21"></span><br />
Nem sempre foi assim, porém. Antigamente o site era um verdadeiro <em>wiki</em>, em que as pessoas poderiam postar todas as informações que quisessem de maneira segura. Conforme o site cresceu e as informações disponíveis foram ficando mais sérias, o site foi perdendo seu espírito de colaboração mais livre e se tornando uma canal de divulgação mais elaborado.</p>
<p>Mas ainda hoje em dia há diferença entre o <strong>WikiLeaks</strong> e os outros jornais e agências de notícias além da especialização em informações confidenciais e segredos de estado. Para proteger suas fontes ao máximo (algo que todo o jornalista deveria fazer), o <strong>WikiLeaks</strong> disponibiliza meios seguros para que os informantes possam enviar o material sem serem descobertos ou identificados – nem mesmo pelo <strong>WikiLeaks</strong> &#8211; se a pessoa assim o quiser.</p>
<p><strong>Os vazamentos de 2010</strong></p>
<p>2010 foi o grande ano do <strong>WikiLeaks</strong>: em julho, um impactante video mostrando jornalistas e outros inocentes sendo mortos por um helicóptero dos EUA no Iraque causou grande polêmica, e chegou a resultar em pelo menos uma prisão – não dos soldados, mas de Bradley Manning, que teria vazado o vídeo criptografado, que foi então decodificado pelo <strong>WikiLeaks</strong> e publicado em abril pelo site.</p>
<p>Em julho e outubro desse anos, o site divulgou relatórios da guerra no Afeganistão e Iraque, respectivamente, causando grande comoção. As informações obtidas no relatório mostravam guerras muito mais difíceis, caras, e até derrotas que os EUA e seus aliados não admitiam. Indícios de tortura e outros crimes de guerra também estavam no relatório, assim como os documentos tornaram evidente a indisposição dos militares em investigar os casos.</p>
<p>Com a divulgação destes relatórios, o <strong>WikiLeaks</strong> começou a ser tratado pelos governos de diversos países, em especial os EUA, como uma ameça à segurança nacional, e Assange alegou estar sofrendo perseguição. No mês seguinte à publicação dos relatórios da guerra do Iraque, Assange foi acusado de crimes sexuais por duas mulheres e no dia 30 de novembro, uma ordem internacional de prisão foi expedida contra ele pela Interpol.</p>
<p><strong>Revelações sobre o Brasil</strong></p>
<p><strong><a href="http://naoacredito.blog.br/wp-content/uploads/2011/01/brasil.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-25" title="brasil" src="http://naoacredito.blog.br/wp-content/uploads/2011/01/brasil-300x199.jpg" alt="brasil" width="300" height="199" srcset="https://naoacredito.blog.br/wp-content/uploads/2011/01/brasil-300x199.jpg 300w, https://naoacredito.blog.br/wp-content/uploads/2011/01/brasil.jpg 500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></strong>Um documento secreto assinado em fevereiro de 2009 pela secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, e divulgado  pelo <strong>WikiLeaks</strong>, mostra que alguns recursos naturais brasileiros estão em uma lista de interesses estratégicos de Washington e são considerados &#8220;vitais&#8221; para a segurança nacional americana.</p>
<p>O documento traz uma relação de cerca de 300 locais espalhados pelo mundo cuja perda &#8220;pode ter um impacto crítico na segurança econômica, saúde pública ou na segurança nacional dos EUA&#8221;. A recomendação de Hillary era para que todas as embaixadas produzissem uma lista onde há pontos &#8220;críticos de infraestrutura&#8221; e &#8220;recursos-chave&#8221; em cada país.</p>
<p>No Brasil, os locais relacionados foram: dois cabos submarinos de telecomunicação em Fortaleza (CE) e um no Rio de Janeiro, as minas de minério de ferro e manganês da multinacional Rio Tinto – que hoje  pertencem à Vale &#8211; e as minas de nióbio de Araxá (MG) e Catalão (GO). Não constam da lista as reservas do pré-sal e nem os recursos biológicos da Amazônia, alardeados pelo governo brasileiro como locais que precisam ser protegidos da ameaça externa.</p>
<p>O Brasil tem 98% das reservas mundiais exploráveis de nióbio, metal usado em ligas de grande resistência, matéria-prima para cápsulas espaciais, mísseis, foguetes, reatores nucleares e semicondutores. O  produto é tido como fundamental para a indústria bélica e espacial dos EUA, que importa do Brasil até 87% do nióbio de que necessita.</p>
<p><strong>Prisão de Julian Assange</strong></p>
<p><strong><a href="http://naoacredito.blog.br/wp-content/uploads/2011/01/julian-assange1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-26" title="julian assange" src="http://naoacredito.blog.br/wp-content/uploads/2011/01/julian-assange1-300x168.jpg" alt="julian assange" width="300" height="168" srcset="https://naoacredito.blog.br/wp-content/uploads/2011/01/julian-assange1-300x168.jpg 300w, https://naoacredito.blog.br/wp-content/uploads/2011/01/julian-assange1.jpg 598w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></strong>O australiano Julian Assange, de 39 anos, fundador do site <strong>WikiLeaks</strong>, foi preso nesta terça-feira 07/12 pela Polícia Metropolitana de Londres, na Grã-Bretanha. Reponsável por um verdadeiro terremoto diplomático – provocado pela recente divulgação de dezenas de milhares de documentos sigilosos da diplomacia americana -, Assange é acusado de ter praticado crimes sexuais contra duas mulheres na Suécia, em agosto deste ano. Ele nega as acusações. Fontes diversas atribuem esta prisão a uma suposta armação dos EUA, mas a justiça ainda investiga o <strong>caso</strong>.</p>
<p><strong>Os dois lados</strong></p>
<p>Ao mesmo tempo que grandes empresas como Amazon ou Paypal abandonaram o <strong>WikiLeaks</strong>, centenas de entusiastas ajudam agora o site, seja hospedando um <em>mirror</em>, um <em>torrent</em> ou doando à instituição.</p>
<p>Alguns por serem a favor da liberdade de expressão, ou por concordarem com a causa do site, ou por outros motivos. E com a facilidade em se fazer um <em>mirror</em> do <strong>WikiLeaks</strong>, eles estão se espalhando pela web.</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que deveria haver protesto contra a prisão de Julian Assange, e que o erro não é dele que divulgou, mas dos diplomatas que fizeram os documentos.</p>
<p>Lula criticou a busca mundial por de Assange. &#8220;Ele desnuda a diplomacia, que parecia inatingível e a mais certa do mundo, e começam uma busca. Não sei se colocaram cartaz como no tempo do faroeste, &#8216;procura-se vivo ou morto&#8217;, e prenderam o rapaz. Não vi um voto de protesto&#8221;, disse. Engraçado que o presidente apesar de dizer apoiar a liberdade, não apóia a abertura dos arquivos da ditadura. Hipocrisia pouca é bobagem.</p>
<p>Um grupo de <em>hackers</em> que se apresenta como <em>Anon-Operation</em> disse ter derrubado o site da <em>Mastercard</em>, mas a empresa se negou a comentar o assunto.</p>
<p>O grupo alega estar lutando pela &#8220;liberdade na internet&#8221; e contra a censura, e afirma que o site mastercard.com é seu &#8220;atual alvo&#8221;.</p>
<p>O <em>PostFinance</em>, braço bancário do correio suíço, confirmou nesta quarta-feira que seu site vinha sofrendo &#8220;ataques de negação de serviço&#8221; desde que encerrou a conta de Assange, na segunda-feira. A <em>PayPal</em>, que deixou de permitir doações ao <strong>WikiLeaks</strong>, também foi atacada. A empresa de pagamentos diz que tomou a decisão após o Departamento de Estado Americano determinar que as atividades do <strong>WikiLeaks</strong> eram ilegais nos Estados Unidos.</p>
<p>Outras empresas que se afastaram do <strong>WikiLeaks</strong>, como o banco suíço <em>PostFinance</em>, que congelou a conta de Assange, também sofreram ataques. O banco diz que o fundador do site forneceu informações falsas ao abrir a conta na instituição.</p>
<p>Especialistas em segurança dizem que os sites foram atacados por um mecanismo chamado DDoS (<em>distributed denial-of-service attack</em>) que faz com que as páginas saiam do ar.</p>
<p>O próprio Twitter chegou a bloquear a <em>hashtag</em> <strong>#wikileaks</strong>, no primeiro caso de censura noticiado nesta rede social.</p>
<p><strong>E você? O que acha disso tudo?</strong></p>
<p>Fonte: Último segundo/G1/Reuters</p>
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